Obstáculos para a doação de sangue no Brasil

Enviada em 16/11/2020

Na antiguidade, a doação de sangue era realizada como auxilio de vísceras de animais para de um corpo ao outro, contudo, essa prática, apesar de representar a evolução, era perigosa e acabava por matar muitos que se submetiam a ela. Com o avanço da tecnologia, foi possível a melhora nos equipamentos para doar, mas, apesar da evolução, muitos ainda acabam mantendo a ideia de que há perigo, pela falta de informações verdadeiras sobre esse tema, além do pouco incentivo.

Em primeira análise, segundo a reportagem da BBC, apenas 1,8% da população brasileira doa sangue, sendo o recomendado pela Organizações das Nações Unidas entre 3% a 5%. Desse modo, pode-se dizer que a falta de educação sobre os processos de doação e informações que demonstrem a segurança que há ao realizar essa atividade, se tornam um empecilho para aumentar esse índice.

Apesar disso, no ano de 2020, o que antes era uma restrição que impedia os homossexuais de doar, restrição de só ser permitido após 12 meses sem relação sexual, se tornou possível. Esse marco, foi um avanço para aumentar as taxas no Brasil, contudo, ainda não se mostrou completamente eficaz, pois muitos ainda não praticam desse ato.

Portanto, apesar da evolução, a falta de comunicação para que haja um maior manifesto nesse ato tão importante ainda se torna um obstáculo. Por conta disso, o governo, o Ministério da Saúde e as escolas, devem unir-se para apresentar a população os benefícios da prática de doar sangue, por meio de projetos, palestras e mídia social, estimulando jovens e adultos a aderirem a causa, sendo possível assim aumentar as porcentagens do país e também ajudar muitas vidas.