Obstáculos para a doação de sangue no Brasil

Enviada em 19/12/2020

Durante a Segunda Guerra Mundial, a maioria das transfusões sanguinêas eram efetuadas devido aos inùmeros combates entre soldados, que voltavam dos campos de batalha com hemorragia aguda. Entretanto na atualidade, as tranfusões são derivadas das doenças crônicas, como; A anemia, doença que diminui a contagem de plaquetas no sangue do portador.

O número de pacientes hospitalares que necessitam de transfusão de sangue no Brasil é alto, comparado com o número de doadores que é extremamente baixo. A secretaria do serviço de hemoterápia do Hospital das Clinicas afirma: " O maior problema enfrentado na coleta do banco de sangue, é que a maioria dos recebimentos e doadores surgem apenas em casos de necessidade familiar, infantil e juvenil, ou onde a solicitação de doadores é divulgado nas mídias sociais".

Muitas pessoas deixam de doar sangue, por medo de contrair doenças na hora da coleta. Porém, as chances de contaminação são baixas, cerca de 0,05% de duas mil pessoas podem ser contaminadas no processo. O material usado na coleta é recebido lacrado e esterilizado, usado no doador em seguida descartado.

Para se tornar um doador, o individuo deve fazer diversos exames médicos, não conter nenhuma doença sanguinêa ou infecciosa, as mulheres podem doar de três em três meses e os homens de dois a dois meses. O doutor Tor Gunnar, chefe do serviço de hemoterápia afirma: " Ser doador não trás malefícios ou riscos a saúde, e o procedimento para se tornar um doador é um dos melhores exames para estar ciente da saúde pessoal". Trazendo benefícios para o doador e necessitado, oque falta para o Brasil doar mais sangue são campanhas publicas informativas mais eficientes, incentivando novos doadores, palestras escolares educacionais para haver no futuro, ainda mais voluntários.