Obstáculos para a doação de sangue no Brasil
Enviada em 10/01/2021
A OMS (Organização Mundial da Saúde), prêve que de 3 a 5% de uma população deve doar sangue. Embora tal prorrogativa não tem funcionado com ênfase na prática quando se observa os obstáculos da doação de sangue no Brasil, dificultando, deste modo, a universalização de algo tão importante para a saúde da população. Diante dessa perspectiva, faz-se invevitável não repudiar tantas notícias falsas em relação à esse ato de amor, que é a doação.
A priori, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater as fake news. Essa situação, segundo os ideais do filósofo John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir o controle do que é proliferado nas redes sociais. Nesse sentido, publicações divulgando notícias falsas sobre o hemocentro devem ser banidas.
Ademais, é fundamental apontar o impedimento dos homossexuais na hora de doar como um impulsionador da falta de alguns tipos sanguíneos nos bancos de sangue do Brasil. De acordo com o G1, portal de notícias, cerca de 11 milhões de homens são gays ou bissexuais atualmente. Diante de tal aposto, considerando que o sexo masculino pode doar quatro vezes ao ano, isso gera uma perda de aproximadamente 19 milhões de litros de sangue por ano.
Assim sendo, medidas são necessárias para combater os obstáculos para a doação de sangue no país. Para isso, é invevitável que o Governo Federal, por meio de alterações no formulário de aceitação de doares, permita que o homossexual possa doar igual a qualquer outro cidadão, a fim de aumentar os estoques de sangue e garantir que não falte para os pacientes. Dessa forma, se consolidará uma sociedade mais justa, em que o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.