Obstáculos para a doação de sangue no Brasil

Enviada em 06/01/2021

No documentário “Anjos da vida”, é mostrada a importância e a conscientização da população brasileira em doar de orgãos e sangue. Diante desse panorama, é evidente que a realidade apresentada pela obra pode ser relacionada ao mundo contemporâneo. Logo, os empecilhos da doação por pessoas homossexuais, bem como a falta da conscientização da população jovem.

Em primeiro plano, é importante destacar a impossibilidade de pessoas LGBT em doar sangue. A respeito disso, de acordo com o IBGE, com a restrição dessa parcela da população, são perdidos 18,9 milhões de litros de sangue por ano. Sob essa perspectiva, a aceitação do sangue LGBT, é importante para as mobilizações da democracia, mas elas são apenas válidas se os hemocentros investirem em métodos para ser possível a doação. Então, progressivamente decairá a discriminação contra homossexuais.

Por conseguinte, a ausência de incentivos aos adolecentes sobre a doação de sangue. Análogo a isso, segundo a Organização Mundial da Saúde(OMS), 42 % dos doadores possui entre 18 e 29 anos. Nesse sentido, as famílias devem educar seus filhos para a preocupação na doação de sangue, para assim futuramente, se tornarem futuros doadores voluntários e educarem futuras gerações. Dessa forma, a escassez dessa ação colabora para a irrelevância do auxílio pelos jovens.

Portanto, é mister que o Ministério da Saúde, em parceira com a Mídia social, desenvolva palestras presenciais e virtuais nas escolas públicas, por meio da ultilização de verbas governamentais, a fim de conscientizar a população jovem para a doação de sangue, fazendo com que, seja reduzidos futuros baixos níveis de sangue nos hemocentros brasileiros e que essa parcela da sociedade mantenha regulamente procurando formas de ajudar com seu sangue. Somente assim, a realidade apresentada pelo documentário “Anjos da vida” irá aumentar gradativamente.