Obstáculos para a doação de sangue no Brasil
Enviada em 12/01/2021
“É um pequeno passo para o homem, mas um grande passo para a humanidade”. Tal frase foi proferida por Neil Armstrong ao pisar na Lua em 1969. Paralelamente, enquanto países estrangeiros levaram indivíduos ao espaço no século XX, o Brasil atual não consegue lidar com os obstáculos para a doação de sangue no Brasil. Nesse sentido, nota-se que é preciso resolver essa adversidade, haja vista a ausência de incentivos e a visão individualista.
Em primeiro plano, é preciso atentar para a questão governamental. Acerca dessa temática, a Carta Magna de 1988, documento de hierarquia máxima do país define que todos os indivíduos têm direito à saúde e ao bem-estar social. Todavia, infere-se que a situação atual vai de frente com o princípio constitucional supracitado, haja vista a ausência de incentivos por partes do governo, como a pouca quantidade de hemocentros e a falta de campanhas efetivas.
Em segunda análise, destaca-se a questão educacional como agente agravante. Segundo Adam Smith, investir em educação, rende sempre os melhores juros. Nesse contexto, a aprendizagem da educação torna-se fundamental no caráter do ser humano, sendo assim, os cidadãos aprendem a compartilhar valores, como ajudar ao próximo e principalmente na doação de sangue.
É indubitável, portanto, que medidas plausíveis devem ser tomadas. Logo cabe ao Ministério da Saúde, em conjunto com o Sistema Único de Saúde (SUS), adjacente com o Congresso Nacional, juntamente com mídias sociais e fazer campanhas de incentivo a doação de sangue e a construção de hemocentros. Os recursos para tal medida podem ser angariados por meio da criação de um fundo voluntário, a fim de combater os obstáculos para a doação de sangue no Brasil. Para que, assim, no futuro possa mudar essa situação de fragilidade.