Obstáculos para a doação de sangue no Brasil
Enviada em 01/09/2021
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratado uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas social. Nesse sentido, distante da ficção apresentada, a realidade brasileira encontra-se contrária ao que prega o autor Thomas, ao se discutir sobre os obstáculos para a doação de sangue no Brasil, que evidencia um problema social. Sendo, portanto, indispensável discutir sobre os baixos debates relacionado a importância da doação de sangue, bem como da falta de centros de doação em cidade distante das grandes capitais.
Convém ressaltar, a princípio que os baixos debates sobre a importância de doadores de sangue é um obstáculo recorrente na sociedade. À luz dessa questão, é coerente citar dados da pesquisa realizada pela revista Saúde, o qual afirma que as regiões interioranas do Brasil tem até oitenta porcento menos debates sobre doação de sangue comparado com as capitais. Diante desse cenário exposto, tal realidade advêm dos baixos investimentos na ampliação sobre a importância que os doadores tem na sociedade, seja ela por falta de agentes capacitados para consciêntização da população, bem como dos poucos cartazes como forma de expandir os benefícios de tal doação.
Outrossim, a carência de centros de doação de sangue nas cidades interioranas contribui na problematização dessa cenário. Nessa perspectiva, de acordo com dados do jornal G1, os centros de coleta só estão disponíveis para trinta e cinco porcento das cidades distantes das capitais. Diante desse exposto, essa realidade perpetua-se como um impecilho para doação de sangue, no qual essa falta de atendimento impossibilita que mais pessoas ajudem na recompossição de sangue nos hospitais, com qual faz-se necessário para o beníficio a saúde pública no Brasil.
Depreende-se, portanto, que medidas pragmática são essenciais pra tal óbice. Destarte, urge que o Ministério da Eduação crie, por meio de verbas governamentais, projetos em conjuto com agentes público sobre a importância da doação de sangue na preservação da vida, nas cidades interioranas, sejam por meio de palestras, bem como com cartazes, com intuito que pessoas tenham informações sobre a necessidade de tal ato no benefício a vida. Cabe, também, ao Ministério da Saúde, órgão responsável pela elaboração de medidas na saúde pública, a ampliação de centros de doação de sangue para regiões longíngua das capitais, a fim que esses hemocentro venham está disponíveis para que os cidadãos façam a doação de sangue. Feito isso, cenário como o exposto pelo jornal G1, não será mais uma realidade no Brasil.