Obstáculos para a doação de sangue no Brasil

Enviada em 16/11/2021

O filósofo Jean-Paul Sartre dissertou acerca do comportamento coletivo, evidenciando-o sobre o caminho para real progressivo de uma nação, a fim de alcançar o bem-estar social. Análogo a isso, nota-se no Brasil hodierno, a existência de obstáculos para a doação de sangue. O referido problema é resultado de uma negligência estatal, e em decorrência disso pessoas sofrem com a escassez de hemocentros. Logo, é necessária a análise desse problema com ênfase em soluções sociológicas.

Primeiramente, é necessário interpelar que a ineficiência estatal é um dos fatores que prejudica o processo para reduzir os obstáculos para a doação de sangue. Nesse prisma, um Estado que não busca realizar campanhas e ações governamentais para minimizar tais impecilhos, torna a jornada mais árdua e longa. Nesse ínterim, o excerto “Canção de Exílio”, do poeta Gonçalves Dias, exalta um país perfeito e sem infortúnios. Fora da obra, a realidade apresentada é totalmente diferente, por haver problemas nos estoques de sangue.

Em virtude do cenário descrito inúmeras consequências emergem, tais como escassez considerável em hemocentros. Nesse viés, pessoas sofrem e correm risco de vida por não haver seu tipo sanguíneo em estoque. De acordo com a Organização das Nações Unidas, é necessário que pelo menos 3% da população de um país seja doadora de sangue, número que o Brasil não corresponde. Diante os fatos apresentados, necessita a liquidez do imbróglio.

Deduz-se, então, que ações devem ser realizadas. Posto isso, o Governo Federal, órgão responsável pela instância máxima da administração executiva, deve atuar em favor de ampliar a doação de sangue no Brasil. Por intermédio de aplicação em postos de saúde, para que agentes de sáude realizem visitas à familias, com finalidade de sanar dúvidas e incentivar a doação. Outrossim, é preciso que as emissoras e as empresas que se sensibilizem em ajudar, divulguem a situação da parcela afetada, a fim de causar um mobilização social.