Obstáculos para a doação de sangue no Brasil

Enviada em 13/06/2022

Em Ruanda, na África Oriental, tem-se utilizado drones capazes de distribuir pelo país sacos de sangue. Por haver baixa quantidade de doadores na região, não é possível armazenar sangue em grande quantidade em cada centro de saúde do país. Assim como em Ruanda, no Brasil há uma baixa participação da população na doação de sangue, demonstrando, portanto, o medo e a falta de informação que, aliás, danifica o conceito de sociedade na modernidade.

Primeiramente, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para esclarecer a importância da doação de sangue para a população, devido a isso, segundo o site Saúde Abril, quase 50% dos brasileiros não doam sangue por medo ou falta de instrução sobre o assunto. Consequentemente, a saúde pública é prejudicada, diante da alta demanda de transfusões de sangue e a baixa quantidade de doadores, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental expor o ideal da sociedade atual que segregou-se do conceito de colaboração mútua. Segundo o site da Oswaldo Cruz, menos de 2% da população brasileira é doadora de sangue. Assim, fica evidente que apesar de um problema governamental, é enfrentado no Brasil um problema social, no qual o indivíduo deixou de se preocupar com a vida do próximo.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Saúde, por intermédio de campanhas, divulgue a importância da doação de sangue para o bem-estar social, a fim de normalizar a questão e aniquilar preceitos negativos, contribuindo com a saúde e a segurança do corpo social.