Obstáculos para inserção das mulheres no cenário esportivo

Enviada em 03/09/2022

Nas olimpíadas de Tóquio em 2022 ficou mais claro a desigualdade presente no mundo esportivo quando relacionado ao gênero feminino, uma vez que estes por serem um dos jogos com maior participação feminina, foi um dos jogos com menor apoio do governo brasileiro. Este tipo de cenário vem se repetindo ao passar dos anos inúmeras vezes desde o início da história, o que é inaceitável. Com isso, os possíveis motivos para tal exclusão exportiva deve ter como sua base a diferença física entre homens e mulheres no requisito muscular e o machismo já incluído na sociedade há muito tempo.

Primeiramente, os homens naturalmente possuem mais músculos do que as mulheres e com isso podem lidar com atividades mais árduas, mas isto não pode ser um fator. Isto, pois, a força muscular do corpo das mulheres é de quase 55,8% da força dos homens de acordo com uma pesquisa da ABESO. Dessa forma, por serem mais hábitos quanto aos esportes de peso e com mais contato físico, a seleção masculina ganha mais destaque.

Outrossim, há também o fator machista incluído na inserção da mulher nos esportes, o que não pode ocorrer. A origem do pensamento machista é evidente desde a antiguidade, em Roma, e a partir da Revolução Francesa vem mudando de rumo. Deste modo, desde os inícios do tempo os homens se consideravam superiores às mulheres e está comparação inadequada, faz com que muitas mulheres sofram preconceito na quadra.

Portanto, o ser humano desvaloriza as mulheres no cenário esportivo. Mas, isto pode ser mudado com a ajuda do Ministério dos Esportes, campanhas devem ser lançadas de forma que haja a valorização dos jogos femininos, junto à promoção e o financiamento dessa atleta. Logo, futuramente novas atletas surgiriam, já que estas estarão sendo valorizadas no ramo esportivo e o preconceito séria quase erradicado.