Obstáculos para inserção das mulheres no cenário esportivo
Enviada em 05/05/2023
Na época que os portugueses chegaram em terras brasileiras, eles encontraram povos nacionais, um deles foi o Tupi - Guarani. Esses indígenas tinham uma cultura onde considerava os homens fortes, portanto, eles servião para a caça e as mulheres eram consideradas fracas, então, elas ficavam na aldeia para cuidar das crianças. Nos dias atuais, esse tipo de pensamento ainda é presente, já que as mulheres são consideradas, pela sociedade, pessoas de corpo frágil e insuficientes para exercícios físicos. Assim, é perceptível que as mulheres não são incentivadas a praticar esportes. Nesse prisma, destaca -se dois aspectos: falta de motivação e pouca visibilidade.
Em primeiro plano, é notório que não há motivação por parte das pessoas para a intregração da mulher no esporte. Segundo a revista Forbes, na área de futebol, o jogador Neymar tem uma renda de 96 milhões de dólares, enquanto a jogadora feminima Marta é de 400 mil dólares. Nesse sentido, o preconceito, as questões culturas e a falta de incentivo por parte da sociedade, leva o futebol feminino brasileiro, por exemplo, ter pouca visibilidade e propaganda. Por isso que no esporte há um número menor de mulheres, visto que elas não são incentivadas e já sabem que podem ter seu desempenho constantemente comparado e julgado.
Além disso, pouco é divulgado as competições esportivas femininas, deixando o seus jogos com pouca visiabilidade. Normalmente na época de Copa do Mundo masculino, em algumas regiões brasileiras as escolas e os trabalhos são dispensados no dia do jogo, assim, as pessoas têm tempo para ver o futebol. No entanto, na Copa do Mundo feminina, além de não ter as divulgações necessárias, não há pausas nem nos trabalhos e nem das aulas. Portanto, é nítido que há muitas dificuldades para as mulheres enfrentarem no cenário esportivo.
Logo, medidas estratégicas devem ser tomadas para diminuir os obstáculos. Para isso, o Ministério da Educação juntamente com o Ministério da cultura devem desenvolver programas de conscientização, fazendo entrevistas com mulheres que práticam esporte, a fim de trazer mais lucidez ao tema. Além disso, cabe o Ministério Público Federal criar leis que incentivam as mulheres, com o objetivo de coordenar melhor os príncipios da sociedade.