Obstáculos para inserção das mulheres no cenário esportivo

Enviada em 30/05/2025

Analisando o contexto atual, a inserção das mulheres no esporte vem sendo um grande desafio devido ao preconceito (como o machismo, assédio, e a desigualdade salarial), falta de transmissão de jogos de futebol feminino, entre outros fatores. Diante disso, é crucial a mudança dessa realidade, pois não é justo com as mulheres treinarem a mesma modalidade que os homens, algumas até melhor que eles, e receberem um salário inferior.

Um recente relatório da UNESCO de 26 de julho de 2024, destaca que 21% das atletas (e 11% dos atletas do sexo masculino) relataram ter sofrido pelo menos uma forma de abuso sexual na infância ou na adolescência. Além de destacar que 46% das meninas abandonam o esporte durante a adolescência, isso é 6 vezes maior do que a taxa de abandono de meninos adolescentes. Essa alta taxa de evasão é explicada por vários fatores, entre eles a falta de modelos femininos, preocupações com segurança, falta de confiança e imagem corporal negativa. Fatores como esses podem prejudicar a vida de muitas atletas negativamente, fazendo com que elas desistam de praticar a as modalidades esportivas.

Os excelentes indicadores de igualdade de gênero dos Jogos de Paris 2024 podem ser um acelerador para a nomeação de mulheres para cargos de liderança esportiva. E isso reforça outro destaque do relatório da UNESCO. São recomendações para governos, organizações esportivas e sociedade civil, incentivando a criação de iniciativas que promovam a igualdade de gênero no esporte e apoiem as atletas em todos os níveis.

Nesse sentido, é crucial que as escolas realizem campanhas de conscientização, que haja denúncia de discriminização (como o assédio), patrocínio de marcas, para incentivar e motivar as mulheres, e a necessidade do governo de igualar o sálario do homem e da mulher, assim não havendo injustiça.