Obstáculos para inserção das mulheres no cenário esportivo
Enviada em 31/05/2025
Conforme os últimos dados, concluímos que mulheres possuem dificuldades de introduzir-se no mundo dos esportes, devido a questões culturais, sociais e estruturais. O filme “Ela é o cara” retrata isto muito bem. Visto que, Viola (personagem feminina principal), teve de se disfarça como um homem para que fosse permitido ela jogar futebol, mesmo ela sendo uma excelente jogadora, o preconceito, crenças, esteriótipos e a discriminação de gênero, se sobrepôs as habilidades que ela possuia.
Similarmente com um caso mais antigo e real que aconteceu em Boston, com uma mulher que desafiou o machismo nas maratonas em dezenove de abril de mil novecentos e sessenta e sete, se vestiu e agiu como um homem. Tudo para provar que este esteriótipo sobre as mulheres, não passava de uma mentira. Kathrine Switzer completou a Maratona de Boston, percorrendo 42.195 km. Ela foi a primeira mulher a participar e completar oficialmente uma maratona. Depois deste ato, vários homens criticaram a atitude dela, dizendo que deveria ser punida por ter cometido um crime perante a lei, e essas críticas, ressaltam ainda mais o preconceito, que existe sobre as mulheres atuando no mundo dos esportes. É claro que este problema, contêmporaneamente, já diminuíu em uma escala significativa, tendo um impulso na quantidade de mulheres práticando esportes, possuíndo seu devido destaque. Porém, este problema ainda está presente na sociedade. Em diversos países, e no Brasil, principalmente no futebol. Tendo em vista que os estádios ficam muito mais lotados em jogos masculinos, idependente da categoria, seja amador ou profissional, a diferença do futebol feminino e masculino, é claramente vísivel.
Diante do exposto, podemos tirar conclusões sobre o problema que enfrentamos. Grande parte do preconceito vem da criação, dos costumes, crenças que vivem com a sociedade a vários séculos. Podemos vencer este preconceito promovendo a participação igualitária das mulheres e a representação livre de preconceitos na mídia. Oferecer oportunidades iguais para meninas em esportes, atividade física e educação física…