Organismos transgênicos em questão no Brasil

Enviada em 01/10/2019

No século XX, ocorreu a Revolução Verde com o intuito de aumentar a produção de alimentos por meio de sementes transgênicas. Logo após a implantação da reforma, o número de insumos comestíveis excedeu a quantidade de pessoas. No entanto, mesmo que a produção alimentícia tenha aumentado, há ainda fome e o novo modelo de cultivo agrícola tem gerado danos ao homem e ao meio ambiente. Logo é mister a intervenção do Estado para a resolução desses problemas sociais.

De acordo com o Filósofo grego Aristóteles, a política deve ocorrer para beneficiar a todos os cidadãos. Mas, diante o atual modo de produção do país, é notável que não há equidade diante a alimentação e sua distribuição, uma vez que, o Brasil é um dos maiores produtores de alimentos transgênicos, mas essas safras são destinadas à exportação em sua grande parte. Além disso, resta ainda uma parte da população que passa fome por não possuir condições financeiras para obter sua alimentação.

Ainda que os produtos geneticamente alterados sejam mais resistentes a pragas em comparação aos orgânicos e sendo esse um fator atrativo para o cultivo na perspectiva de maior lucro para o produtor, é necessário ressaltar que após a inserção desses na alimentação houve um aumento no número de casos de pessoas que desenvolveram alergias, como por exemplo, a intolerância à lactose. Deste modo, há uma tendência que por serem elementos que passaram por modificações em seus genes, ao serem consumidos, alguns organismos reajam com rejeição da substância desconhecida. Ademais, para o cultivo em massa tem-se aumentado a fronteira agrícola por meio de desmatamento o que é maléfico ao meio ambiente.

Portanto, para atenuar a problemática é necessário que o Ministério do Meio Ambiente e Agricultura em parceria com governos estaduais criem incentivos fiscais como a redução de impostos para as empresas que cultivarem uma maior parte de suas plantações os vegetais orgânicos, a fim de diminuir os problemas por consumo de transgênicos. Além de com pequenos agricultores prestar auxílio para diminuir o preço dos produtos para que sejam mais acessíveis. Somente assim será possível promover equidade alimentícia e saúde já previstos na Carta Magna.