Organismos transgênicos em questão no Brasil

Enviada em 27/04/2020

Na história brasileira, a economia nacional esteve, estritamente, ligada à agricultura de exportação e teve como grandes protagonistas os ciclos da cana-de-açúcar e do café nos respectivos séculos XVI e XVIII. Com isso, a partir da ascensão tecnológica, as últimas décadas foram marcadas pela atuação da biotecnologia na produção das commodities do país. Sob esse aspecto, convém analisar o benefício econômico e a segurança alimentar de organismos transgênicos no Brasil.

A princípio é possível destacar o aumento produtivo que o melhoramento genético proporciona e seu vantajoso impacto econômico. Segundo o portal de notícias “Época”, ainda em 1998 o uso de transgênicos aumentou em 55,4 milhões de toneladas a quantidade de alimentos recolhidos e esse resultado pode ser considerado positivo, pois diminui o prejuízo além de elevar a possibilidade de lucro. Sendo assim, a biotecnologia age como importante catalizador na indústria alimentícia.

Todavia, ainda existe um receio por parte da comunidade relativo à segurança de consumir tais alimentos. Uma vez que a engenharia genética intervém no código genético de seres que serão consumidos, existe a possibilidade dessa atividade ir de encontro à Teoria da Evolução proposta pelo naturalista Charles Darwin e causar transtornos ainda desconhecidos. Sendo assim, é necessário acompanhar esse processo e tranquilizar os consumidores populares.

Por conseguinte, cabe ao Governo Federal ratificar a presença da biotecnologia na produção organismos geneticamente modificados por meio da disponibilização de verba para pesquisas, fiscalização da veracidade e qualidade das medidas juntamente com um programa populacional composto por jornais e propagandas informativas. Isso teria como objetivo aproveitar os benefícios disponíveis com cautela e possibilitar o apoio comunitário. Desse modo, a dinâmica agroexportadora será consolidada no país.