Organismos transgênicos em questão no Brasil
Enviada em 01/06/2020
O advento da Primeira Revolução Agrícola, ocorreu ainda no período de 8 mil a.C., essa transformação se sucedeu pela descoberta do homem em relação ao fogo, possibilitando assim, o início do controle de técnicas para dominar a produção de alimentos. Relacionado a atualidade, a agricultura sempre foi um fator natural e essencial para a vida humana. Desse modo, a tecnologia transgênica instaurou-se no Brasil a partir de 1996, financiada por empresários da área. Contudo, o assunto pertinentemente é citado por críticos e estudiosos que temem pela saúde da sociedade a longo prazo.
Em primeira análise, organismos transgênicos são aqueles têm seu DNA modificado a partir da introdução de genes de outras espécies, sejam elas vegetais ou animais, visando a seleção de características benéficas e essenciais para ser expandida e comercializada. Em vista disso, a engenharia genética, campo de pesquisa e trabalho responsável por essa tarefa, mantém uma análise intensa sobre a maquinação, distribuição desses produtos e as consequências que serão evidenciadas em um futuro próximo. Correlacionados aos pontos supracitados, o mercado nacional se tornou um grande exportador de alimentos geneticamente modificados, sendo notoriamente reconhecido pela aparência saudável, resistência a pragas e uma taxa nutricional alta, tais fatores advém dessa tecnologia, contribuindo principalmente para a economia do país.
Em segunda análise, é fundamental lembrar que a soja é o item alimentício transgênico mais popular do Brasil, contribuindo para uma diversificação alimentícia mais saudável para os seres humanos, porém, esse artigo também é cereal nutritivo para o gado bovino, sendo um artigo extremamente rentável. Todavia, como citou o líder pacifista indiano, Mahatma Gandhi: “A natureza pode suprir todas as necessidades do homem, menos a sua ganância.”; nessa perspectiva é necessário refletir sobre os impactos negativos da monocultura geneticamente modificada, uma vez que resistente a insetos, eles matam não só o animal como também desestabilizam cadeias alimentares completas; outrossim, há uma perda crescente da biodiversidade vegetal, eventualmente poluindo rios e destruindo o solo.
Portanto, é imprescindível a necessidade de informar a população sobre não só o consumo de alimentos geneticamente modificados, como também os efeitos que resultarão ao meio ambiente. Destarte, o Ministério do Meio Ambiente (MMA), em consonância com o Ministério da Fazenda e Ministério da Educação, deve promover pesquisas na área de transgênicos, prezando não somente os vegetais, como animais, assim poderão encontrar soluções intermediárias que contribuam para ambos os lados; além disso, tem de instruir integralmente a população sobre seu consumo, rotulando-os. Assim, os cidadãos estarão conscientes em relação a própria alimentação e prezarão pelo bem estar.