Organismos transgênicos em questão no Brasil

Enviada em 19/05/2020

Os avanços tecnológicos do século XXI, permitiram o desenvolvimento de alimentos resistentes a pragas e que possuem maior valor nutricional. Nesse sentido, organismos transgênicos em questão no Brasil é uma pauta que precisa ser discutida, utilizando-se dois caminhos, são eles: os efeitos colaterais nos seres humanos e a perda da biodiversidade.

A priori, a biotecnologia é um campo promissor para acabar com a problemática da fome, pelo fato de conseguir criar plantas com alta produtividade e resistência a pragas. Entretanto, há muitas controversas no meio científico, pois não se sabe ainda os reais danos a saúde humana que consumo de alimentos geneticamente modificados podem acarretar. O jornalista Daniel Goleman menciona que as pessoas devem se preocupar em resolver problemas a longo prazo e não a curto prazo. À luz disso, resolver o problema da fome não é algo imediato, deve levar em conta a vitalidade da população para poderem prosperarem no futuro.

Ademais, vegetais modificados em laboratórios causam grandes perdas na biodiversidade de uma vegetação, porque eles são imunes aos  insetos  e substituem espécies nativas da região. Dessa forma, há um desequilíbrio  na cadeia alimentar e uma interrupção na evolução natural das plantas, desse modo o ser humano cria os Deserto Verdes - zonas de monocultura artificialmente introduzidas - que destroem a ecologia brasileira.

Infere-se, portanto, que  os efeitos colaterais e perda da biodiversidade são consequências que os indivíduos e natureza estão sujeitos pelo uso de organismo transgênicos no Brasil. A fim de resolver tais problemas, cabe ao Ministério da Saúde investir em pesquisas tecnológicas sobre os seres geneticamente modificados, em prol de estabelecerem para os consumidores dados sobre as consequências desses alimentos à saúde. Outrossim, cabe ao Ministério da Educação promover palestras nas Escolas com os produtores agrícolas e alunos para que possam aprender a produzir e cultivar de forma sustentável. Assim, o povo sentir-se-á apto a exercer sua cidadania e democracia.