Organismos transgênicos em questão no Brasil
Enviada em 22/05/2020
Desde a Revolução Francesa, entende-se que uma sociedade só progride quando todos os cidadãos mobilizam-se por um problema social. Entretanto isso constata-se no ideário do século das luzes, mas não intrinsecamente na realidade contemporânea brasileira quando observa-se a necessidade de inclusão dos transgêneros na sociedade, seja pela formação sociocultural padronizada, seja pela ineficácia do Estado em políticas públicas para essa minoria.
A priori, a formação sociocultural configura-se como causa histórica do problema.Durante período colonial brasileiro, foi imposto no país, pelos portugueses,a cultura eurocêntrica, que padronizava um habitante ideal, gerando o estigma social, proposto pelo sociólogo Erving Goffman. Esse estigma social é a fuga de padrões, estabelecidos pela sociedade como ideal.Na atualidade isso acontece com os transgêneros, visto o números de marginalizados, dessa minoria, quando os indivíduos não se encaixam- se nos padrões, eles são vítimas de esteriótipos.Desse modo, evidencia-se a importância da atuação da atuação da Escola, por meio da discussão do tema, para transformação dessa realidade.
A posteriori , a ineficácia de políticas públicas compromete a resolução do problema. Nesse viés, segundo Gilberto Dimentein, jornalista brasileiro, na sua obra cidadãos de papel, ele descreve , o brasileiro como um cidadão com direitos adquiridos mas não usufruídos, isso acontece, na grande maioria dos casos, por falta de condições fornecidas pelo Estado. Assim, também ocorre com questão dos transgênero, uma vez que o direito a igualdade é constantemente negado pela atual condição de precariedade estatal.
Fica evidente, portanto, que para superação da necessidade de inclusão dos transgêneros o Estado através do Ministério de Educação, deve promover ações para desconstrução desse pensamento, dentro das escolas , por meio de debates e palestras, uma vez que atividades lúdicas, com a participação da comunidade escolar, permitirão o contato e aceitação das diversidades de modo a garantir a harmonia social. Desse forma haverá um progresso no tecido social, semelhante das Revoluções Iluministas do século XVIII.