Organismos transgênicos em questão no Brasil

Enviada em 01/06/2020

Ainda no século XX, a soja geneticamente modificada começou a ser plantada no cerrado brasileiro em larga escala, driblando as condições climáticas não favoráveis. De modo análogo, hodiernamente, os alimentos trangênicos são muito utilizados no Brasil, contudo, há uma problemática inerente ao uso de tais. Nesse contexto, é válido observar para a discussão dessa questão os malefícios ainda incertos para a saúde do ser humano causados pelos OGM´s e a possibilidade deles diminuirem a fome no mundo.

Em primeiro plano, é fundamental analisar o que as comidas geneticamente modificadas podem fazer com o corpo do indivíduo. De acordo com a filósofa Hannah Arendt, o seu conceito da “banalidade do mal” elucida as questões  de agressões, que por ocorrerem frequentemente, as pessoas passam a considerar normal a sua ocorrência. Por conseguinte, há a banalização do uso de produtos com DNA mudado em laboratório, mesmo sem saber as consequências que eles podem trazer. Ademais, existem discussões no meio científico de que a alimentação com transgênicos está relacionada a um maior número de alergias e intolerâncias tóxicas na corrente sanguínea que precisam ser compravadas a sua veracidade.

Aliado a isso, os alimentos transgênicos se tornam mais baratos para o consumidor final. Segundo a Biologia, podem ser introduzidos genes de interesse no DNA das sementes de modo que vise algum benefício. Sob tal ótica, há a possibilidade da obtenção de OGM´s resistentes à pragas, à climas e à condições de solos diferentes. Logo, frutas ou legumes que antigamente estavam relacionados a uma determinada estação do ano ou local, hoje podem ser facilmente encontrados em qualquer lugar ou época. Consequentemente, diminui-se, substancialmente, a fome que ocorria  por causa de problemas no plantio.