Organismos transgênicos em questão no Brasil
Enviada em 29/05/2020
As transformações tecnológicas do século XX impulsionaram grandes mudanças nas relações sociais e, fundamentalmente, em grandes processos agroindustriais. Nesse contexto, os organismos geneticamente modificados estão cada vez mais presente na realidade da sociedade brasileira. Contudo, segundo órgãos, como o Greenpeace, as consequências da alimentação constante desses novos compostos ainda são desconhecidos para à saúde humana. Nesse âmbito, é imprescindível analisar que visar o lucro em detrimento da saúde, pode acarretar em grandes problemas no futuro.
Em primeiro lugar, é importante ressaltar que esses processos de alteração de gene, não se restringem apenas aos alimentos. Assim, esse método está associado também à criação de animais resistentes a doenças, produção de remédios e pesquisas que buscam a cura de enfermidades. Exemplo do quadro exposto, são os recentes estudos acerca da erradicação de mosquitos transmissores de malária por meio da introdução de uma mutação genética que torna as fêmeas estéreis. Isso demonstra, portanto, que apesar das controvérsias envolvendo a engenharia genética, esse processo demonstra um amplo espectro promissor nos combates a diversas doenças, essencialmente, as enfermidades relacionados a hereditariedade.
Além disso, é imprescindível pensar que indagações éticas, como limites da manipulação genética em seres vivos e efeitos ambientais surgem quanto a essa problemática. Dessa forma, de acordo com o Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC), a alteração genética pode gerar complicações graves relacionadas para o meio ambiente e a saúde humana. Segundo o instituto, altas taxas de enfermidades contemporâneas, como alergias, intolerância alimentar e resistência a antibióticos, estão intrinsicamente relacionados ao constante aumento de alimentos transgênicos produzidos por grandes empresas. O meio ambiente, por sua vez, pode passar por enormes transformações nos ecossistemas, alterando assim, comportamentos, hábitos alimentares, além da possível extinção de determinadas espécies. Dito isso, para o Brasil, que detém uma imensa biodiversidade, os prejuízos ambientais gerados por problemas relacionados aos transgênicos são imensuráveis.
Entende-se, diante do exposto, a real necessidade de ações visando a conscientização acerca consumo excessivo de organismos transgênicos. Assim, é fundamental que ANVISA, fiscalize e rotule as embalagens de produtos geneticamente modificados. Ademais, é papel da Governo Federal com auxilio da CAPES, fornece bolsas de estudos para pesquisas que exploram as possíveis consequências desses produtos. Assim, a sociedade brasileira possuirá um maior entendimento no debate público acerca desse complexo assunto.
contaminar lavouras tradicionais; e, principalmente, o aumento do uso de pesticidas,
e ambientais surgem quanto a essa problemática. Dessa forma, de acordo com o Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC), a alteração genética pode gerar complicações graves relacionadas para o meio ambiente e a saúde humana. Segundo o instituto, altas taxas de alergias, intolerância alimentar e resistência a antibióticos, estão intrinsicamente relacionados ao constante aumento de alimentos transgênicos produzidos por grandes empresas. Nesse sentido,
ainda mais sérias, gerando perda de biodiversidade, empobrecimento dos solos e estimulando o aparecimento de superpragas