Organismos transgênicos em questão no Brasil
Enviada em 28/05/2020
“Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, a lei de Antoine Lavoisier, compreende a transformação na natureza, onde nada pode ser criado, pois tudo o que se pode criar provém de um elemento já existente, sendo assim, uma singular transformação, e o mesmo acontece com a perda, dizendo então, que tudo que existe, pode ser transformado em algo novo, que com o tempo se transforma tornando a ser um elemento primordial. Logo, podemos concluir que a transformação sempre esteve presente na terra, e que os estudos sobre estas transformações tornam possível mudanças significativas. Dessa maneira a instituição de organismos transgênicos é uma promissora transformação no mundo contemporâneo, e digno de ser estuda, mas não ainda de ser aplicada.
Embora esta prática seja atualmente adotada no Brasil e conduzida com intuitos de combater a fome, assegurar alimentos sem a ação de pragas e produzir alimentos mais nutritivos, essa medida torna-se perigosa devido a falta de pesquisas conclusivas, onde consegue-se provar o efeito evolutivo da intervenção feita no ser vivo. Com outras palavras, a ciência não chegou ao ponto de compreender todos os processos naturais para começar a intervir nesses processos, podendo então resultar em danos, por exemplo: a mutação afetar toda uma cadeia trófica, uma vez que essa característica será transmitida aos descendentes da espécie, podendo perpetuar um fator negativo em todo o ecossistema.
Na história dos transgênicos, o Brasil possui um papel protagonista, sendo o segundo maior produtor de alimentos geneticamente modificados do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos, tendo mais da metade da sua produção de alimentos de ordem transgênica. Tendo em vista que, estas produções são realizadas a menos de 30 anos e sem pesquisas que comprovem o que essa prática pode culminar no organismo da população, consta-se que não é saudável e profissional realizar tais práticas, uma vez que um acompanhamento evolutivo dura de décadas a séculos.
Portanto, medidas são necessárias para solucionar o impasse. Cabe ao ministério da agricultura juntamente ao ministério da ciência e tecnologia criar centros de pesquisas voltados para pesquisas sobre organismos transgênicos, equipando estes centros de pesquisas com aparelhos, profissionais e estruturas adequadas para realizar tais estudos, direcionando as pesquisas aos futuros efeitos causados pela grande escala de produção de OGM, podendo em suma, reverter efeitos negativos ao meio ambiente e ao organismo humano, em seguida, de maneira segura implementar alimentos de ordem geneticamente modificada, pode diminuir a taxa de fome no Brasil, reduzir o número de animais abatidos para consumo humano, aumentando a biodiversidade do planeta, enriquecendo os solos e aumentando a escala de produção de forma que contribua com o ecossistema.