Organismos transgênicos em questão no Brasil
Enviada em 30/05/2020
De acordo com o romancista irlandês Georg Bernard, o progresso é impossível sem mudança; e aqueles que não conseguem mudar suas ideias e ações não conseguem evoluir. Nesse hiato, este pensamento, embora correto, não é concretizado no hodierno cenário brasileiro, pois, a discussão sobre os organismos transgênicos carece de mudanças, já que contribui para o desenvolvimento da sociedade e dificulta a efetivação dos planos de Bernard. Isso ocorre, ora pela hesitação governamental, ora pelo despreparo civil sobre esse contexto.
Mormente, é importante salientar o absentismo governamental para o controle e administração de organismos transgênicos no Brasil. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Tal fato se reflete não só nos escassos investimentos para maior valorização dos profissionais da área de engenharia genética, como também nos insólitos recursos em materiais transgênicos de qualidade, para minimizar os impactos ambientais decorrentes dos organismos alterados geneticamente, como por exemplo: a variabilidade genética e competição por nicho ecológico, medidas estas que tornariam o ambiente comunitário mais eufônico, mas devido à falta de aplicabilidade governamental, isso não é firmado.
Ademais, outro ponto relevante nessa temática é o despreparo civil acerca dos organismos geneticamente modificados, pois, não houve instrução na íntegra. De acordo com o educador e filósofo Paulo Freire, o conhecimento educacional sozinho não transforma a sociedade, sem ele tampouco a sociedade muda. Isto é, mostrando tanto a importância da resplandecência de um senso crítico civil quanto a base de um aprendizado educacional analítico sobre como compreender problemas voltados a transgenia, que seriam imprescindíveis para contrapor o impasse. Além disso, consoante ao site G1, cerca de 52% da população adulta no Brasil não concluiram a educação básica, isso comprova também toda mazela e despreparo social, por volta desse assunto educandário, que permeia a atualidade.
Depreende-se, portanto, novas medidas para resolver a discussão sobre os organismos transgênicos no Brasil. Destarte, o Estado, aliado às prefeituras municipais, por meio de verbas governamentais, deve promover não apenas campanhas educacionais para instrução, capacitação e aprendizado dos cidadãos acerca de uma melhor forma de compreensão dos organismos genéticos, como também palestras e programas sociais em centros culturais das cidades, com participação de profissionais da área biológica e representantes do governo legislativo, em virtude de uma melhor assistência estatal, a fim de englobar todos à etiologia e minimizar toda e qualquer inadimplência. Somente assim, buscar o tão sonhado progresso de George B.