Organismos transgênicos em questão no Brasil
Enviada em 31/05/2020
Durante a Revolução Verde, no século XX, o Brasil desenvolveu inovações agrícolas, as quais permitiram um avanço nesse setor. Assim, tal processo contribuiu para a criação dos organismos transgênicos, cujo objectivo visa a produção de alimentos mais saudáveis. Todavia, produtos com o material genético alterado podem ser nocivos, acarretando em danos diversos. Assim, faz-se necessário analisar os problemas desse contratempo.
Em primeira análise, o poeta romano Ovídio afirma que os fins não justificam os meios. Nessa lógica, ainda que as empresas que fabricam os organismos geneticamente modificados aleguem que esses são uma alternativa de superar a fome, estudos apontam a nocividade que podem acarretar no organismo. Ademais, estabelecimentos que não informam a precedência de sua mercadoria podem ocasionar na morte de indivíduos cuja saúde seja debilitada.
Outro ponto relevante, nessa temática, é no que tange aos impactos causados à natureza. Uma vez que essa moderna tecnologia agrava problemas - tais como a exposição de espécies a novos agentes tóxicos - desperta-se a irreversibilidade de suas consequências para as gerações futuras. De acordo com a Constituição Federal, a proteção do meio ambiente deve ser entendida dentro de um conjunto de normas que visam sua diminuição. Desse modo, a produção de organismo transgênicos viola os princípios da Constituição.
Portanto, é evidente os efeitos negativos causados pelos organismos geneticamente modificados. É dever do ministério da agricultura, em parceria com o ministério da saúde, reivindicar a criação de leis que proíbam esses materiais. Esta ação pode ser feita por intermédio da elaboração de artigos e palestras em locais onde a agricultura é praticada que divulguem o prejuízo dos OGMs. Assim, será possível a diminuição dos impactos na saúde pública e no meio ambiente.