Organismos transgênicos em questão no Brasil
Enviada em 21/10/2021
É de amplo conhecimento a raça de cachorro “pug” e, como se sabe, trata-se de cachorros modificados em laboratório até que chegassem à forma desejada. O mesmo acontece na indústria alimentícia, na qual as plantas ou até mesmo os animais são alterados para que alcançem um certo formato. Tais mudanças ocorrem fortemente na agricultura, visando o desenvolvimento de produtos mais resistentes e o aumento de suas quantidades, conferindo-lhes a identidade de “transgênicos”.
Incontestávelmente, os produtos produzidos sem o uso de elementos químicos geram um rendimento demasiadamente baixo em comparação aos que utilizam tal recurso. Tratando-se de transgênicos, o contraste da produção tem uma diferença ainda mais notável. Por conseguinte, o uso de transgênicos no Brasil é um grande aliado no aumento de exportações/produção de mercadorias agrícolas, além de facilitar o combate à fome em todo o país.
Em contrapartida, o uso de alimentos genéticamente modificados podem acarretar certas doenças à saúde humana, como o desdobramento de alergias, e até mesmo a resistência contra os efeitos de antibióticos. Tal reação seria um grave problema considerando-se que, com o passar do tempo, o número de doenças e suas variantes aumenta cada vez mais. Em relação aos efeitos no meio ambiente onde tais alimentos são cultivados, ocorrem resultados ainda mais relevantes, como a degradação do solo, maior chance de presença de fortificadas pragas, além da perda da biodiversidade das plantas. Considerando-se os diversos movimentos e lutas para a preservação do planeta, pode-se levantar o questionamento se este é o melhor meio para trazer lucros e acabar com a fome no Brasil.
Em síntese, as justificativas para o uso de transgênicos não são suficientemente promissores em todos os pontos, a fim de ser um recurso de extrema utilização na agricultura. O que pode ser realizado, é o maior propagandeamento e investimentos por parte do governo em empresas que produzem alimentos não modificados, juntamente ao fato de não serem prejudiciais à saúde humana, nem ao meio ambiente. Logo, os alimentos transgênicos serão menos consumidos e menos produzidos no país. Com tais atitudes, mesmo que o fim da fome e os lucros não sejam prontamente alcançados, haverá notório beneficiamento na saúde humano e meio ambiente.