Organismos transgênicos em questão no Brasil

Enviada em 24/10/2021

Segundo o ranking anual do Serviço Internacional para Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia (Isaaa, na sigla em inglês), o Brasil é um dos países onde o plantio de organismos geneticamente modificados mais avança. O Brasil está em segunda posição no ranking dos maiores produtores de alimentos trangênicos do mundo. Convém ressaltar que esse problema vai além dos alimentos modificados.

Conforme a Isaaa, a área de cultivo de alimentos trangênicos foi ampliada em 19% em um ano, no Brasil, tal crescimento foi o maior entre 25 países produtores de OGMs (Organismos Geneticamente Modificados). A produção barsileira de sementes modificadas ocupa mais de 25 milhões de hectares. Os alimentos trangênicos favorecem as indústrias alimenticias, em grande parte, pelo fato de aumentarem a resistência às pragas, aumentarem a produção e o prazo de estocagem, etc.

Outro fator existente é o risco de tais alimentos para a saúde e para o meio ambiente, os quais são alergias, o aumento da resistência a antibióticos, etc.  Ao meio ambiente os danos estão no uso de agrotóxicos e pesticidas nas plantações, assim aumentando o risco de contaminação do solo e da água, fazendo então, com que a população consuma mais porções de substâncias químicas e entre outros danos. Além disso, os principais alimentos do Brasil são compostos por mais da metade de origem transgênica, como a soja, o milho e o algodão.

Fica claro, portanto, que o Brasil está em lugar de destaque na lista de maiores produtores mundiais de organismos geneticamente modificados e que tais alimentos podem oferecer danos à saúde. Cabe, portanto, às indústrias alimenticias orientar, claramente os consuidores dos riscos que os alimentos transgênicos oferecem, por meio de rótulos, embagens e até mesmo em suas propagandas. Ademais os consumidores devem optar por alimetos mais orgânicos, a fim de preservar sua saúde e até mesmos estimular o aumento da oferta de produtos mais orgânicos.