Organismos transgênicos em questão no Brasil
Enviada em 24/10/2021
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à vida e ao bem-estar social. No entanto, em decorrência do instinto humano no desejo de acumulação monetária constante, por conseguinte, existe a inserção dos transgênicos no meio rural, facilitando com que os devidos valores não estejam presentes para abrangente parcela populacional. Com isso, há o alargamento da concentração fundiária brasileira e a dificuldade da comercialização dos devidos insumos com diversas nações que apresentam barreiras fitossanitárias, impedindo a aceleração do desenvolvimento nacional.
A formação sociocultural configura-se como causa histórica do problema.Durante período colonial brasileiro, foi imposto no país, pelos portugueses,a cultura eurocêntrica, que padronizava um habitante ideal, gerando o estigma social, proposto pelo sociólogo Erving Goffman. Esse estigma social é a fuga de padrões, estabelecidos pela sociedade como ideal. Na atualidade isso acontece com os transgênicos, visto o números de marginalizados, dessa minoria, quando os indivíduos não se encaixam- se nos padrões, eles são vítimas de esteriótipos.Desse modo, evidencia-se a importância da atuação da atuação da Escola, por meio da discussão do tema, para transformação dessa realidade.
Já em segunda análise, é válido salientar as consequências das atitudes errôneas. Nesse sentido, ocorre uma expansão da concentração fundiária no Brasil hodierno, que por meio da inserção de adventos no meio rural, que são exclusivos para a elite agrária pelo seu alto poder aquisitivo, há uma impossibilidade de competição igualitária com a agricultura familiar, tendo em vista a geração de elevada produção, bem como o decréscimo dos custos pelas inovações tecnológicas. Conforme afirma a pesquisa ministrada pela Oxfam Brasil, que revela a posse de 50% das terras nacionais por apenas 1% da população. Além, da utilização dos OGM’s e sua relação com o atrito na comercialização dos devidos produtos com países centrais, já que muitos deles possuem ampla fiscalização de controle de qualidade alimentar, impossibilitando o crescimento econômico do país.
Portanto, como os preceitos difundidos pela Declaração Universal dos Direitos Humanos não possuem relevância governamental, é necessária a inserção de medidas, a fim de mitigar a problemática. Logo, é de responsabilidade do Ministério da Agricultura e intermédio dos sindicatos agrícolas, a implementação da diminuição em 20% das taxações aos pequenos proprietários rurais, mediante emenda constitucional, para que desse modo haja uma disputa mais igualitária entre as diversas camadas sociais e a regressão da desigualdade territorial.