Organismos transgênicos em questão no Brasil
Enviada em 25/10/2021
Comenta-se, com frequência, a respeito da discussão acerca dos transgênicos. Lançados aos avanços científicos e tecnológicos, o ser humano tornado-se capaz de criar organismos geneticamente modificados com diversas finalidades. É de conhecimento geral que diariamente, consumimos diversos produtos transgênicos, sem considerar os danos que eles podem causar. A produção organismos traz consequências positivas e negativas. É indiscutível que devemos, então, nos informar sobre o que estamos consumindo, verdadeiramente.
Com frequência, discute-se a respeito da controvérsia sobre os alimentos resultantes de modificação genética (OGM), os defensores afirmam em tese que tais alimentos são mais produtivos, nutritivos e resistentes consideram isso um diferencial para combater o problema de fome pois a produção pode ocorrer em maior escala e, por isso, melhorar a vida dos brasileiros em situação vulnerável, visto que, os produtos transgênicos têm custo menor aos seus consumidores. Em face do cenário atual tornou-se uma opção válida, principalmente em um contexto de crescimento populacional e, nesse caso, o Brasil torna-se objeto de muita atenção, uma vez que é uma das maiores fronteiras agrícolas do mundo.
Por outro lado, a vertente contrária frisa não só as questões de saúde, como, também, as questões éticas, questionando até aonde deve ir o direito dos humanos de alterar a natureza? É crucial refletir sobre as evidências já identificadas como o fato de o material genético intoxicar algumas espécies animais; contaminar lavouras tradicionais; e, principalmente, o aumento do uso de pesticidas, pois, cada vez mais, os geneticamente modificados e como pragas criam resistência a eles. Com isso, cresce o número de casos de intolerância alimentar, alergia, e outros problemas fisiológicos mais graves nos indivíduos. Tendo em conta também o caso do meio ambiente, as consequências podem ser ainda mais sérias, gerando perda de biodiversidade, empobrecimento dos solos e estimulando o aparecimento de superpragas.
Portanto, devemos considerar que a fome jamais seria solucionada através da produção de alimentos transgênicos, visto que esse problema não é em razão da falta de alimentos, mas sim da má distribuição desses e, seu alto custo. É de conhecimento geral que não podemos, simplesmente, lutar contra essa indústria. Por consequência é fundamental que os produtos geneticamente modificados devem ser rotulados como tais, e, dessa forma, o consumidor ficará ciente sobre os seus riscos. Seria uma medida para ser pensada também a implementação da diminuiçaõ em 20% das taxações aos pequenos proprietários rurais, claro de responsabilidade do Ministério da Agricultura e intermédio dos sindicatos agrícolas, para que a população tenha mais acesso a produtos naturais, sem alteração.