Os danos provocados pelo machismo à vida dos homens

Enviada em 29/09/2022

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico de maior importância do Brasil, assegura os direitos e bem-estar da população. Entretanto, ao observar os danos causados pelo machismo à vida dos homens, entende-se que tal preceito não é demonstrado na prática. Desse modo, constata-se que tal cenário leva à repressão da liberdade e ao ódio mal direcionado.

Precipuamente, é importante notar a redução da liberdade dos homens. De acordo com Jean Paul Sartre, o homem é condenado a ser livre. Nessa ótica, o machismo confronta com o pensamento de Sartre, uma vez que o modo de agir e pensar do indivíduo é, evidentemente, controlado por uma ideologia. Dessa forma, de modo a encerrar essa conjuntura, medidas governamentais são essênciais.

Ademais, é vultoso considerar o ódio mal direcionado como uma das principais consequências do revés. Nesse sentido, é válido citar o conceito de “Banalidade do Mal”, da pensadora Hannah Arendt, que defente que o indivíduo massificado, dentro de uma sociedade massificada, perde seu pensamento crítico e obedece cegamente às ordens impostas. Por esse ângulo, é possível entender o porquê de o ser afetado pela problemática odeia e, por vezes, agride pessoas que não se encaixam nos ideais machistas. Dessarte, fica claro que, a fim de cessar esse rancor, tal ideologia deve ser eliminada.

Há, portanto, a necessidade de findar esse empecilho que reprime e leva ao ódio. Para tanto, o Ministério da Educação, orgão responsável pelo desenvolvimento educacional no país, deve garantir que as crianças sejam instruidas sobre os males do machismo. Isso tem que ser realizado mediante palestras, apresentações teatrais e debates, com o fito de impedir que gerações futuras sofram com esse mal. Assim, paulatinamente, os cidadãos brasileiros se aproximarão da liberdade de Sartre.