Os desafios da ausência de consciência de privilégios na sociedade
Enviada em 08/09/2023
No mito “A caverna”, de Platão, ilustra pessoas que viveram dentro de uma caverna e vizualizavam a vida por sombras projetadas, porém uma destas pessoas conseguiu fugir e ver a realidade fora da caverna, ao voltar para dentro, falou aos seus companheiros sobre o que tivera presenciado, todavia foi desacreditado e por seguinte assassinado. Paralelo a isto, hodiernamente as pessoas desconhecem as injustiças e preconceitos sofridos pelas minorias na socidade brasileira, tal qual é formentada pela falta de representatividade e o legado histórico.
Primeiramente, a problemática é potencializada pela falta de representatividade quanto aos preconceitos ocorridos. De acordo com Milton Santos “A democracia é possível quando as minorias podem exercer o mesmo poder que as maiorias”. Sobre este viés, no Brasil as dificuldades sofridas pelos negros, mulheres e homossexuais em posicionamento no Brasil, pelo qual são colocados sobre segunda análise e discriminados, muitas vezes são vetados de exercer opinião e cargos de representatividade pelo preconceito quanto a cor, estilo ou opção sexual. Portanto, no que cabe à superioridade, os previlegiados seguem sendo pessoas nos padrões da visão eurocêntrica.
Outrossim, a sociedade segue formentando o legado histórico que ainda persiste. No que cabe a história nos informar, os negros sempre foram um subalterno da aristocracia brasileira, nisto o sofrimento desde a colonização sobre ele continua, porém sobre novas condições. Segundo o G1 (Portal de Notícias Globo), na facudade pública do Rio de Janeiro, cerca de 20 porcento dos alunos negros de baixa renda conseguem finalizar um curso. Neste sentido, as perspectivas de condições futuras para essa categoria de indivíduos continuam presas a um passado que aflige nos dias atuais.
Diante do exposto, a inconsciência da socidade sobre as dificuldades sofridas pelas minorias é real no Brasil. Então Urge que o Ministério do Trabalho, crie medidas de inclusão social, por meio de vagas trabalhistas às minorias. Tais medidas integrem diferentes profissionais ao mercado de trabalho e possibilitem a diversidade de pessoas, para que assim, a representatividade por meio de negros, homossexuais e outros extigam o previlégio padronizado da sociedade.