Os desafios da ausência de consciência de privilégios na sociedade
Enviada em 29/06/2024
A “Revolução Francesa”, mudou o rumo da civilização ocidental por causa da indignação dos franceses do século dezoito, cuja vista tangenciou os privilégios dos nobres em relação aos cidadãos e reclamaram igualdade. Em face disso, o Estado Democrático de Direito baseia-se nas leis, conquanto estas precisam ser revisadas contra desafios de privilégios sociais. Por conseguinte, manter inconsciência dos privilégios entre cidadãos equivale a retrocesso histórico.
Sob essa ótica, o Brasil é um Estado Democrático de Direito, por isso as leis, na medida que são ajustadas contra a falta de reconhecimento dos privilégios, combatem desigualdade social. Nesse viés, afrontar a dessemelhança comum catapulta o país para a produção de ciências e contribuição econômica, uma vez que os espaços de capacitação despontam na diversidade. Vale ressaltar que a Lei de Cotas exemplifica uma tentativa de equivalência etnica nas universidades públicas, já que destina cinquenta porcento de vagas para negros, ou seja, leis modernas minimizam a disparidade social latente. Dessa forma, reconhece-se que somente, o Estado, consegue frear as injustiças entre as classes sociais usando leis.
Por consequência, manutenir a ignorância sobre as benesses sociais conduzem ao moviento retrogado da evolução humana. Nesse contexto, o século vinte e um tem o trem bala, energia revovável e internet, porquanto também pode avançar numa novidade intelectual destoando de outros séculos. Em sentido inverso, a Idade Média manteve um sistema de castas quase impossível de transcender, pois seus mantedores se omitiam da preocupação com as diferenças entre estamentos, ou seja, ignorar o desafio da inconsciência de privilégios causa inércia. Desse modo, não se pode engendrar um país desenvolvido sem vencer as desiguladades sociais.
Logo, infere-se que se o Estado editar decretos mais precisos frente aos desníveis da coletividade nacional, colocará o país em adequação ao século científico do presente. Destarte, o Senado, este que cria as leis, deve sintetisar o projeto de lei “Brasil Novo”, por meio de parceria com a Câmara de deputados, a fim de revolucionar a pátria, subsequente ao exemplo dos franceses do século XVIII.