Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 08/11/2025

Em “The Good Doctor”, a série de televisiva americana retrata a vida de um jovem médico neuropatípico que transpõe barreiras e logra êxito pessoal e profissionalmente. Entretanto, a realidade nacional deixa a desejar, haja vista os percalços que atrasam a inserção dos autistas nas atividades sociais. Assim, a solução dessa problemática pressupõe que se combata a recusa oriunda dos pais e o posicionamento retrógrano da sociedade.

Diante desse cenário, a rejeição dessas minorias parte de alguns progenitores, os quais agem com indiferença perante a situação neurológica dos filhos. Nesse sentido, os espartanos, na Grécia Antiga, cometiam infanticídio aos seus descendentes com limitações, pois desejavam uma pro saudável. Hodiernamente, esse desejo perdura nos lares de neurivergentes e tal fato deixa os parentes insatisfeitos com transtorno, ignorando-o. Em virtude disso, o tratamento inicia tardiamente e as interações interpessoais se tornam desafiadoras. Assim, as pessoas com transtorno do espectro autista (TEA ) não experimentam os recursos constitucionais que versam sobre a igualdade e a dignidade da pessoa humana.

Ademais, renatório o aumento de opiniões infundadas, como no século passado em que pessoas com TEA eram enquadradas na esquizofrenia. Nessa perspectiva, o filme “Rain Man “, de 1988, aborda a vida de Raymond Babitt, um autista tratado como “retardado” por ter uma condição comportamental desconhecida à época. No Brasil, os recursos legais alcançam as demandas desses indivíduos, mas ainda há muito estigma no presente dessa deficiência. Desse modo, os pensamentos arcaicos divergem do acolhimento e as pessoas com autismo não evoluem com os seres sociais, ficando distantes os convívio público.

Urge, portanto, que as adversidades nas integrações sejam mitigadas. Para isso, Poder Público, mediante execução da lei brasileira de inclusão, deve promover palestras de capacitação profissionais e populares, almeijando atenuar a ignorância sobre o tema. Dessa forma, os autistas serão inseridos na comunidade e a neuroatipia não culminará em exclusão social. Dessa maneira, a vida imitará a arte e essa minoria prosperará nas experiências de vida.