Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 19/05/2020

Decerto, autismo pode ser caracterizado como um transtorno que prejudica a capacidade de interagir com outras pessoas.No contexto atual,com a ascensão da Lei Romeo Mion, brasileiros com diagnostico de autismo, têm direito a um cartão de identificação, que irá ajudar á mapear o número de autistas no país, facilitando assim a criação de política públicas de inclusão.Ainda assim apesar de haver leis para ajudar a incluir pessoas com o TEA( transtorno do espectro autista) na sociedade, eles ainda são alvo de preconceito e indiferença.

Primeiramente, cabe pontuar que, em função da falta de conhecimento acerca do autismo faz com que comentários preconceituosos e maldosos se perpetuem e gerem a exclusão do grupo de pessoas que possui o transtorno na sociedade nas escolas e mais tardiamente no mercado de trabalho. Dessa maneira se faz necessária uma intervenção estatal para que todos possam ter acesso a informações  como as cartilhas disponibilizadas pelo site ¨Autismo  e realidade¨ que orienta as pessoas sobre os comportamentos adequados para cooperar com a população autista.

Em segundo plano, é importante evidenciar que, o espectro autista se enquadra nas deficiências pela lei sendo assim de acordo com o Estatuto da Pessoa com Deficiência, todos eles têm direito á  exercerem uma vida cívil como as demais pessoas. Ainda assim a problemática persiste mesmo sendo crime um exemplo é a reportagem publicada pelo G1 em março de 2020 mostra pais e deputados tentando erradicar a rejeição de deficientes principalmente os autistas nas escolas particulares evidenciando uma falta de eficacia nas leis.

Diante do que foi exposto, para quê haja o cumprimento concreto das leis brasileiras, é imprescindível que o Ministério da educação em parceria com a AMA(Associação de Amigos do Autista) realize palestras e trabalhos nas escolas para tratar de assuntos como o espectro autista, assim resultando em uma melhor convivência desde a infância. Cabe também ao governo por meio das redes midiáticas e da distribuição de folhetos em ambientes públicos, informe  melhor toda a população brasileira, tendo como consequência uma melhor qualidade da aceitação e inserção das pessoas que sofrem com transtornos e deficiências mentais.