Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 09/07/2020
A série Atypical, em que foi produzida pela plataforma digital de filmes Netflix, retrata a história de um autista que ao se ingressar na escola tem dificuldades para a convivência social, automaticamente levando a exclusão.Não distante da ficção, nos dias atuais, à falta de abordagem do assunto sobre a inclusão de Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas instituições educacionais do Brasil faz com que haja um déficit de ajuda para eles se socializarem.Nesse sentido, desencadeia certos impasses psicológicos como depressão e ausência de afeto.Assim, cabe a análise de causas, consequências e se possível solução da problemática.
Diante disso, a maioria das pessoas que tem esse tipo de adversidade requer um atendimento específico, pois não há interações com facilidade e reproduzem comportamentos repetitivos.Nessa situação, profissionais da área de pedagogia são ensinados a resolver as diversidades dos estudantes, porém, há uma a escassez de pedagogos nas escolas regulares que possam acolher alunos com esse tipo de dificuldade.
Contudo, mediante a um sistema governamental que criou uma rede escolar apenas para pessoas que tem diferentes tipos de necessidades chamado Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), sendo incluso indivíduos com doenças mentais ou físicas, isso gera uma discussão sobre a desigualdade de tratamento didático perante a corporação social.Como resultado, uma criança com autismo que muda o seu ambiente acadêmico sofre estorvos psíquicos. Como disse o personagem Sam Gardner,na série citada anteriormente,“Estar em lugar barulhento e desconhecido pode ser difícil.Não consigo pensar ou escutar.Simplesmente congelo.” Logo, essa mudança causa motivos de complexidade interacional socioemocional, como auto isolamento, insegurança e depressão.
É imprescindível, portanto, alternativas para solucionar esse impasse.O Governo Federal em conjunto com o Ministério da Educação, deveria adaptar as escolas usuais para os deficientes e também para a nova geração da população de (TEA), por meio de contratação de psicopedagogos com investimentos de verbas públicas, como forma de ajudar no processo de afeiçoar-se com novos estudantes, isso faz com que evite o aumento nos índices de tribulações mentais na agremiação social por conta de novas mudanças escolares .Somente assim, o Brasil irá mudar o formato desigual na introdução desses entes no ensino brasileiro.