Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 20/08/2020

Na série “Atypical” conta a história do personagem Sam, que sofre ataques verbais na escola e no trabalho por apresentar Transtorno do Espectro Autista (TEA). Com isso, durante a adolescência ele não consegue se relacionar com pessoas, o que acarreta em crises emocionais. Com esse exemplo, mostra o preconceito que pessoas com TEA passam: que estes não irão se desenvolver corretamente na vida acadêmica e educacional, sendo um grande problema para inserção desses.

A princípio, menos de 40% de jovens com autismo estudam com colegas de classes com nenhum problema mental - dados do site G1 Educação. No entanto, isso ocorre pois os funcionários e educadores tem em mente que estes podem comprometer no ensino dos diversos. Com isso, percebe-se também a dificuldade na vida acadêmica que exige escolaridade completa. Contudo, expressa o prejulgamento por partes dos profissionais que não dão oportunidade para esses jovens, que é um grande fator que acarreta na inclusão.

Por conseguinte, o Governo da Irlanda distribuiu jogos de blocos eletrônicos - que permite criar e destruir estruturas tridimensionais- para  mais de 200 escolas do país. Com isso, este jogo foi elogiado por pais de crianças autistas, pois disseram que melhorou o progresso em terapia destes. Porém, no Brasil devido à instabilidade política, eles não abrange atividades para que esses devem ser incluídos, sendo assim ferindo os direitos humanos: que garante educação de qualidade para dos os cidadãos.

Devido aos fatos mencionados, para que haja mais inclusão de pessoas com TEA, é preciso que o Governo Federal mande verbas para instituições de ensino, para que possam ter condições de inserir atividades para que estes também possam participar. Fazendo assim, ajudando na relação destes no convívio social e no desenvolvimento, possibilitando futuramente chances no mercado de trabalho.