Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 06/06/2021
Atualmente, existem cerca de 70 milhões de pessoas com autismo no mundo. Nesse viés, com o intuito de provocar maior inclusão, dessas pessoas, no mercado de trabalho a UNO decidiu impor como data comemorativa o dia 2 de abril como o Dia da Conscientização Mundial do Autismo. No entanto, mesmo com essa ação, ainda existem práticas de exclusão social e, até mesmo, os estigmas relacionados a continuação de pensamentos preconceituosos contra autistas. Como é o caso do Brasil que possui cerca de 2 milhões de pessoas com autismo e que muitas delas, lamentavelmente, decisão com essas atitudes nada empáticas. Dessa forma, torna-se notória a criação de políticas públicas mais severas com o intuito de extinguir como barreiras que afetam e prejudicam a vida dos autistas.
De início, com o preconceito ainda presente na sociedade brasileira em locais públicos ou, até mesmo, em algumas escolas praticam a indiferença, a exclusão social contra aqueles que possuem autismo. Tal prática pode ser definida com uma afirmação do ativista Martin Luther King ’’ Aprendemos a voar como os pássaros e a nadar como os peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos ‘’. O qual, demonstração que mesmo no ambiente social, com todos iguais e com os mesmos direitos perante a Lei, existem preconceituosos que dificutam a inclusão dos autistas por acharem, muitas das vezes, superiores aos outos. Dessa forma, é notória as barreiras de preconceitos e superioridades que dificultam a inclusão social das pessoas com autismo.
Por outro lado, a falta de políticas públicas responsáveis tanto por diagnosticar quanto para tratar de sindrome é, também, responsável por criar mais desafios na vida das pessoas que possuem o autismo. Nesse contexto, muitas famílias de baixa ou nenhuma renda não possuem o capital necessário para disponibilizar o tratamento ideal para seu filho ou que dificuldade em sua introdução no mercado de trabalho. Ademais, segundo dados da reportagem do Senado a não diagnóstico e do tratamento do autismo ainda quando criança prejudica a extinção de barreiras descrinatórias presentes na sociedade brasileira. Desse modo, a falta de políticas públicas em exercício prejudica o futuro dos autistas.
Portanto,é de suma importância uma garantia de políticas públicas e punições severas para aquelas pessoas ou instituições que praticam uma driscriminação.Que, por meio da parceria do Governo Federal com o Ministério da Justiça para criação de leis e punições mais rígidas tem como tendência a diminuição de práticas preconceituosas aos autistas além de, motivar a inclusão social dessas pessoas. Assim,seria possível extinguir práticas de exclusão social sofridas pelos autistas na sociedade brasileira quando o educador Paulo Freire afirmou ‘‘Para mim, é impossível viver sem sonhos’’.