Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 06/06/2021

“Toda humanidade aprende que, sendo todos iguais e independentes, nínguem deve lesar o outro em sua vida, sua saúde, sua liberdade e seus bens.” A frase do Filósofo Contratualista John Locke, enfatiza o direito de inclusão e igualdade de todos, perante ao contrato social, algo que felizmente, foi recentemente atribuido á aqueles que possuim a síndrome do Autismo, porém a integração é ainda uma adversidade, tendo em vista que o diagnóstico da doença é impreciso.

Tendo em vista a dificuldade para a identificação da doença e a inclusão tadia, acarreta na exclusão social daqueles que a portam. Além de que a cultura de  descriminação no Brasil, ainda é eminente. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dos 24% dos brasilieros que apresentam algum tipo de deficiência, apenas 1% estão inseridos no mercado de trabalho.

Destarte, os aflingidos pela síndrome, que segundo a ONU são quase 2 milhões de brasileiros, estão a deriva de repreensão e desigualdade, tanto no ambiente escolar com o Bullying, quanto no mercado de trabalho, pelo fato de agirem de forma contra-habitual devido a doença, que a longo praso, podem desencadear transtornos mentais como ansiedade e depressão.

Por fim, visando a integração das vítimas na sociedade, é dever do Estado, junto com os Ministérios da Educação, da Saúde e do Trabalho, promover políticas de inseção dos aflingidos no meio social, além de fornecer atendimento, através de profissionais capacitados para tratar vítimas de abusos morais e físicos, em busca de mitigar a desigualdade vinculada a esses indivíduos. Consequentemente, o meio contemporâneo brasileiro corresponderá com o disserto de John Locke.