Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 06/06/2021
Em seu concenito ‘‘A banalidade do mal’’, Hannah Arendt expõe que o pior mal é aquele visto como corriqueiro e cotidiano. Sob esse prisma, ao se observar a inclusão de pessoas com autismo no Brasil, percebe-se a veracidade do pensamento de Hannah, uma vez que o discurso de ódio e a intolerância refletem o mal intrínseco à realidade da nação. Nesse sentido, convém uma analise de como a ineficiência estatal, bem como a falta de ética contribuem para o impasse.
Nesse viés, é preciso considerar o completo descaso do estado com essa populção. Pois, apesar do conceito de Biopoder proposto pelo filósofo Michel Foucault, em que o governo tem a autoridade de controloar os problemas sociais, percebe-se que tal poder não é bem ultilizado no que diz respeito a inclusão dessa parcela tangente à sociedade. Nesse sentido, o desinteresse do Órgão influencia diretamente no comportamento das pessoas, haja vista que esse grupo é marginalizado, sem motivo, da socieade e tratados com preconceito.
Outrossim, são diversos os impasses para a integração das pessoas com autismo no Brasil, pois, dentre um dos motivos, estaria a falta de ética presente na sociedade moderna. Um exemplo que ilustra bem esse fato é a ideia proposta pelo filósofo frânces Jean-Paul Sartre, uma vez que ele defende a existência precendindo a essência, ou seja, o homem como total responsável por suas ações. Análogo a isso, as escolas brasileiras precisam se atualizar, uma vez que estas são vitais para a solução do problema.
Portanto, é imprescindível o auxílio da máquina pública na resolução do problema. Para isso, o Mnininstério da educação deve incluir na Grade Comum Curricular aulas sobre a problemática para as crianças, com o objetivo de evitar a repetição desse ciclo. Além disso, cabe à mesma autoridade incluir mais aulas de ética nas aulas de filosofia, com o intuito de resolver o problema ético que circunda o País, para, assim nos livrar-mos dessa banalidade.