Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 06/06/2021

Na sociedade Espartana, os recém nascidos que apresentassem qualquer tipo de deficiência, física ou mental, eram abandonados na natureza pois não se encaixariam no modo de vida Espartano. Uma situação semelhante pode ser observada no ano de 2019, quando os pais de crianças com transtorno de espectro autista problemas para matricular seus filhos em escolas particulares. Visto que esse é um problema que diz respeito à sociedade e ao sistema de Educação Brasileiro, cabe ao estado erradicar, ou ao menos minimizá-lo.

Em primeira análise é interessante relembrar que, ainda no ano de 2019, foi necessária uma reunião entre os pais que enfrentaram problemas desse gênero e promotores de justiça, defensores públicos, dentre outros profissionais da sociedade, no município de Belo Horizonte. Na audiência muitas queixas puderam ser ouvidas, e uma delas foi a de uma mãe que só depois de seis rejeições, conseguiu matricular sua criança com paralisia cerebral em uma instituição.

Também é importante apontar que, mesmo sendo comemorado em 2 de abril, o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, ea legislação Brasileira garanta a suplementação das necessidades da pessoa com transtorno de espectro autista, uma sociedade brasileira ainda encontra dificuldades na exclusão dessas pessoas. Sendo as adversidades ao tentar matriculá-las em instituições de ensino privadas, apenas uma delas.

Constatados os problemas anteriores, é de suma importância que o Estado tome medidas com o intuito de amenizar essas adversidades. Uma delas poderia ser a introdução de campanhas de conscientização e solidariedade nas instituições de ensino, fazendo com que os futuros cidadãos formados brasileiros sejam mais comprometidos com a necessidade dos autistas. E ainda tornar obrigatória uma estrutura preparada para deficientes mentais nas instituições. Dessa forma fazendo com que a sociedade Brasileira sejam mais acolhedora com os portadores de doenças mentais.