Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 06/06/2021
A série “Atípica” conta a história de Sam Gardner, um rapaz de 18 anos diagnosticado dentro do espectro do autismo, vivendo a efervescência da idade e seu amadurecimento. Atualmente, muitos disponíveis com esse transtorno, infelizmente, derrota com a exclusão social. Dessa maneira, os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil têm como definir o preconceito e a falta de qualificação adequada de profissionais da educação.
Em primeira análise, sabe-se que os autistas têm dificuldade de relacionamento e comunicação com pessoas e ambiente. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que, em todo o mundo, uma em cada 160 crianças tenha o transtorno. Por isso, a falta de capacitação dos profissionais da educação, principalmente nas escolas, é um dos principais desafios para a inclusão dessa parcela da população no Brasil. Pois, é na infância que as crianças começam a socializar e ter como base a educação. A partir de uma educação de qualidade, será possível um melhor desenvolvimento e inclusão das pessoas com autismo na sociedade brasileira.
Vale ressaltar também, que o preconceito e a desinformação sobre a doença, ainda mais a inclusão dessas pessoas no Brasil. Apesar dos grandes avanços tecnológicos na área científica, ainda não se sabe muito sobre esse transtorno, o que acarreta numa falta de informação adequada e num possível preconceito, Além disso, segundo dados da USP em 2018, apenas em 1993 o autismo foi incluído na Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde, o que fica nítido a falta de conhecimento sobre o assunto. Sendo assim, no Brasil, com maiores informações sobre o assunto, como pessoas autistas sofrem sofreriam menos preconceito e maior inclusão.
Infere-se, portanto, que são necessárias para uma maior inclusão das pessoas autistas no Brasil. Logo, é dever do Estado, junto com o Ministério da Educação, investir em estudos para um melhor conhecimento da doença. Mas também devem proporcionar maior capacitação de profissionais da educação, por meio de treinamentos e palestras, para conseguir direcionar os alunos com austismo. Assim sendo, será possível minimizar o preconceito e incluir esses proprietários na sociedade brasileira.