Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 06/06/2021

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à inclusão das pessoas com autismo e ao bem-estar social. No entanto, a inclusão  de pessoas autistas no Brasil impede que essa parte da população desfrute desse direito universal na prática. Nesse sentido, é conveniente analisarmos as principais consequências de tal postura negligente para a nossa sociedade.  A educação é o fator principal no desenvolvimento de um país.

Modernamente, ocupando o 9º lugar lugar na economia mundial, seria racional areditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficaz. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é  claramente refeletido na inclusão de autistas em locais públicos. De acordo com o IBGE instituto Brasileiro de geografia e estatística, 25% das pessoas com autismo já sofreram algum tipo de desafios  com a sua inclusão no Brasil.  Diante do exposto, é inadmissível as escolas não serem adaptadas para pessoas com autismo por suas diversas dificuldades desde o aprendizado até a estrutura da escola.

Faz-se mister, ainda, salientar o desprezo com pessoas autistas como o impulsionador do problema. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações socias, políticas e econômicas é a carateristica da “modernidade líquida” vivida no século XXI. Portanto, indubitavelmente, medidas são nescessárias para resolver esse problema. O governo deveria agir mais para melhor estrutura de locais púlicos e privados com a cosciênia de que existem pessoas com autismo. Sendo assim, mudaças como promover a inclusão social nas escolas e aumentar a representação na política co pessoas autistas. A partir dessas ações, espera-se promover uma melhora das condições educacionais e sociais desse grupo.