Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 06/06/2021
No livro “As Memórias da Morte de Blascubas”, Machado de Assis descreve as dificuldades enfrentadas por um personagem com deficiência. Da mesma forma, nos tempos modernos, muitas pessoas com transtorno do espectro do autismo (TEA) também sofrem de exclusão social, como pode ser visto pelo preconceito e pela falta de qualificação adequada de muitos educadores. Portanto, a necessidade de um mecanismo para resolver este problema torna-se óbvia.
Nesse caso, a discriminação é um dos fatores que dificultam a integração total do paciente autista. Nessa perspectiva, na visão do filósofo Nietzsche, o conceito de “pessoa” está vinculado aos costumes sociais e deve ser preenchido por normas. Esse tipo de pensamento comprova o comportamento preconceituoso de um número considerável de pessoas, porque os cidadãos com TEA não atendem aos requisitos “normais” da sociedade. Portanto, a ação governamental é crucial para reverter esse impasse, pois pode levar a barreiras psicológicas pessoais, como depressão devido ao isolamento.
Além disso, a falta de qualificação técnica dos profissionais da educação é um dos entraves para a socialização dessas pessoas com deficiência. Nesse preconceito, segundo relato do cartunista Rodrigo Tramonte (Rodrigo Tramonte), durante a escola o aprendizado é muito difícil, pois os professores do ps não conseguem identificar as necessidades especiais dos pacientes autistas. Comparando com este exemplo, pode-se perceber que na realidade brasileira, esse problema ainda existe, o que torna o desenvolvimento cognitivo e essas pessoas impossibilitadas de se integrarem à comunidade. Portanto, medidas que proporcionem tais qualificações profissionais são indispensáveis.
Portanto, é necessário que o governo faça uma campanha de orientação sobre o autismo e a implemente em todas as áreas sociais, como nas escolas e na mídia, por meio de rodas de diálogo, palestras e propagandas para melhorar a compreensão do autismo pelas pessoas. Sobre essa doença e a importância da inclusão dos portadores na esfera social. Além disso, o órgão deve oferecer cursos de formação de educadores por meio de ações do Ministério da Educação, com o objetivo de prepará-los para situações que possam envolver alunos especiais, de forma a desenvolver sua inteligência de forma segura. Portanto, o Brasil incluirá totalmente as pessoas com autismo e terá um futuro com uma história diferente da relatada por Machado.