Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 06/06/2021

De a cordo com a Lei N° 12.764 o Governo Federal tem como política pública básica o compromisso de arcar com as necessidades educacionais, de saúde, de assistencia social e inclusão para com as pessoas que sofrem da Síndrome de autismo. Porém, não evidencia-se assim no hodierno período, pois necessita-se de um acompanhamento especializado, dependendo do caso, além da alta seletividade imposta por colégios particulares que focam mais em aprovação em provas do que em aprovados. Assim, evidencia-se que a falta de efetividade nas lei, assim como a estrutura pública não compreendem o espaço físico social, logo, destina-se apenas ao Governo Federal o cumprimento e efetivação da lei.

Em primeiro lugar, é válido ressaltar que de acorodo com a OMS (Organizção das Nações Unidas), esta compreendeu a Síndrome do Espectro Autista desta maneira em seu catálogo porque ela é classificada por 4 níveis: Síndrome de Asperger (a  fase mais “leve”), Transtorno Invasivo do Desenvolvimento (a fase intermediária), Transtorno Autista (tende a ser mais grave que os citados anteriormente e o  Transtorno Desintegrativo da Infância ( considerado o tipo mais grave do espectro autista e o menos comum), necessitando de uma variedade de necessidades e atenções, contudo, limitadas à evolução e estado do cidadão.

Ademais, é perceptível a limitação social dos indivíduos que sofrem de tal deficiência, como: “o atraso anormal na fala, entre 8 a 10 meses, a criança autista pode apresentar falta de resposta quando for chamada e desinteresse com as pessoas ao redor” (Fonte PsicologiaVIVA). Então, também é evidenciado o caso pelo pai de um jovem com autismo: “O estatuto da criança prevê que a criança com deficiência tenha tratamento especializado, mas não existe hospital, não existe clínica, não existe nem pronto-socorro pra emergência” (Fonte G1 Globo). Deixando a desejar as promessas de Leis e políticas públicas, já que elas não são efetivamente cumpridas.

Portanto, é evidente que apesar de efetivas tentativas por parte dos brasileiros é clara a falta de estrutura e efetividade nas leis. Logo, é evidente que o Ministério da Saúde com auxilio do Ministério da Educação façam uma revisão social/demográfica de reestruturação para que os esforços sejam suficientes e balançeados para a atual situação do Governo, estabelecendo metas com os estados e por meio de exibições de palestras também iniciativas em escolas públicas e privadas que euxiliem e expliquem, por meio de profissionais capacitados e remunerados pelo Governo, a real necessidade da inclusão social destas pessoas, além de que ajudariam não só o meio inter, mas intrapessoal dessa pessoa, não só promovendo uma pessoa saudável e capaz, mas como também pessoas tolerantes.