Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 06/06/2021
Na série “O Bom Doutor” (The Good Doctor) o personagem principal Shaun Murphy é um jovem médico com Transtorno de Espectro Autista (TEA), também conhecido como autismo, e no decorrer da trama vamos acompanhar o preconceito e a descriminação que ele passa por ser um médico com autismo. Fora da ficção muitas pessoas ainda sofrem discriminação por causa do autismo, tanto nas escolas e no trabalho.
De acordo com a “Sociedade Autista Nacional do Reino Unido” (The Natinal Autistic Society UK), mais de 40% das crianças e jovens autistas sofrem bullying, principalmente nas escolas. Isso pode gerar graves consequências para essas crianças, como: baixa autoestima, ansiedade, depressão e baixa produtividade escolar. Esse assunto deve ser mais debatido pois isso prejudica a vida de quem sofre o bullying.
No mercado de trabalha também existe esse preconceito. Adultos autistas têm dificuldade para conseguir emprego, se relacionarem socialmente e sofrem com a falta de acesssibilidade em espaços públicos e coletivos. Muitos não conseguem emprego por não conseguirem se cominicar com os outros funcionários, mas isso não seria um problema, pois a equipe que trabalha com essas pessoas deveriam ter paciência e assim conseguiriam ter uma boa comunicação.
Observado essas situações os pais ou responsáveis pelos jovens e crianças devem prestar atenção em cada detalhe deles, qualquer mudança de hábito que possa indicar que seu filho esteja sofrendo bullying, e se isso acontecer deve ser informado a diretoria da escola pra começar o processo de antibullying, aplicando palestras para mostrar as consequências dele e oferecer ajuda psicológica para aqueles que já sofreram e também aqueles que praticam. No mercado de trabalho deve se respeitar todos os espectros e ter a inclusão com todos eles. Os donos de empresas devem valorizar a diversidade no ambiente de trabalho, pois contribui com a humanização e o engajamento de toda a equipe.