Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 06/06/2021
“A Tolerância é o apanágio da humanidade” Esse trecho do iluminador Voltaire aparece em uma de suas obras e pode ser praticado infinitamente desde o limiar. Por exemplo, na antiguidade clássica, a sociedade espartana - a Grécia antiga - tinha o direito e a obrigação de marginalizar ou sacrificar membros deficientes de Esparta, não muito longe do universo medieval, em que os deficientes ou deformidades congênitas como resultado do “castigo de Deus” do clero, as pessoas usam o discurso discriminatório e do “apartheid”.
Diz-se que isso se deve a: falhas institucionais - escolas, países, famílias - e segregacionismo embutido no coletivo em. Principalmente, a posição das entidades sociais e federais em relação aos indivíduos com transtorno do espectro do autismo (TEA) em seu próprio território é empobrecida, um fato que já foi visto em sociedades antigas anômalas. Segundo a teoria do contrato de Rousseau, um “contrato social” deve ser anunciado para estabelecer os direitos da democracia e da educação universal, de forma a eliminar a inexistente equivalência coletiva, de forma a reverberar o ambiente democrático sem intervenção humana. No entanto, essa proposta de contrato ao estilo Rousseau é distorcida no contexto moderno, pois existem poucas políticas de educação para o autista, por exemplo, aprendizagem efetiva e adequada para pessoas com esse transtorno neuropsiquiátrico. Não se observa. No entanto, o ambiente familiar não desempenha um papel simbólico na criança com autismo, ora a minimizando e restringindo sua participação na vida social, ora abrindo mão da oportunidade de encontrar intermediários.
Por outro lado, é inteligente destacar as barreiras isolacionistas postas por instituições sociais para civis que sofrem de doenças neurológicas, ou seja, autismo. Nas produções cinematográficas norte-americanas, “Good Doctor” destaca os obstáculos enfrentados pelo jovem cirurgião Shaw Murphy, por ser portador do transtorno do espectro do autismo, apesar de comprovar sua habilidade e aprimoramento no ambiente hospitalar. E o mais importante, esse panorama dramático não está desvinculado da situação atual, pois o caos enfrentado pelos autistas é latente, como serem excluídos do mercado de trabalho e educação, privando-os de suas virtudes e habilidades profissionais. Considerando a possibilidade de desafios enfrentados pelos cidadãos com autismo, ações devem ser tomadas para conter essas impurezas sociais. De maneira geral, os entes federativos precisam cooperar com urgência com escolas e instituições psicoeducativas para fortalecer a promoção de palestras, palestras e debates sobre o tema da integração do autista ao meio educacional, e, em simultâneo, elencar métodos de ensino eficazes.