Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 06/06/2021

É indubitável que a inclusão social precise ser exercida para pessoas com autismo na sociedade brasileira. É sabido que a saúde pública no Brasil falta eficiência e gera obstáculos para o tratamento da doença. Ademais, as escolas não possuem o preparo para atender essa demanda.

Segundo a Constituição Federativa do Brasil é direto de todos ter acesso à saúde pública. Entretanto, somente em 1993 a síndrome foi reconhecida à Classificação Internacional de Doenças pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e em 2012 as pessoas puderam ter acesso ao atendimento adequado. Além disso, a falta de profissionais aptos a exercer o devido trabalho é grande, visto que ainda é impreciso o diagnóstico para o tratamento da doença.

Outrossim, portadores dessa síndrome também possuem dificuldade de serem incluídos dentro do espaço escolar. Sabe-se que muitos profissionais de educação não possuem o preparo para lidar com alunos autistas, já que faltam, muitas vezes, cursos de capacitação que possa orientá-los. Dessa forma, as escolas brasileiras devem estar mais preparadas para receber esse público a ter uma interação e socialização mais ampla.

Portanto, o Governo Federal deve investir na saúde pública como preza a Constituição Federal, a fim de que esses pacientes possam ter o devido atendimento. Cabem também as escolas, instruírem os professores, através de cursos profissionalizantes a fim de reconhecer os alunos autistas e poder dar o suporte necessário para que este possa ter uma boa interação escolar. Sendo assim, a sociedade poderia ser mais inclusiva e menos problemas de comunicação.