Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 06/06/2021
É como sons do coração. Sons diferenciados que conduzo-os a um mundo indecifrável, porém possível de se conviver. O que foge da zona de conforto é a forma como os envoltos precisam comportar-se para adequar aquele modo de vida, agitado, diferente e passível de paciência. Autistas não são anormais, mas exigem um cuidado maior. Essa é a verdade distorcida atualmente que desencadeia inúmeros desafios à inclusão de portadores do Transtorno do Espectro Autista (ETA) no meio social. Uma vez que, a maioria das pessoas que têm pouco conhecimento sobre a síndrome tendem a comportarem-se com parcela exclusiva ao associarem autistas a pessoas incapazes de dialogar, brincar ou viver socialmente
O que não se sabe é que autistas, ainda que com distúrbios neurológicos, são aptos a qualquer atividade, de modo que seja sob suas condições. Além disso, ainda não é de entendimento para a medicina a causa para o desenvolvimento do embrião transtornado. Mas, pesquisas na Medicina Interativa sobre epigenética e ETA apontam que fatores epigenéticos não são capazes de modificar o gene propriamente dito, mas sim a forma como ele é ou não lido. Isso desencadeia variabilidades gênicas possíveis de ocasionar déficits, anomalias, síndromes e transtornos. Daí a concepção de que agrotóxicos e metais pesados, sendo compostos químicos presentes no ambiente, serem capacitados ao desenvolvimento de autistas.