Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 06/06/2021

A mudança de ideias sobre demais indivíduos, muda muita na história. Por exemplo, o conceito de pessoas com deficiências físicas, o entender de uma sociedade coletiva e os trabalhos. A inclusão de pessoas que foram excluídas por tantos anos por uma parcela dominante nos países ou regiões, é um dos temas mais importantes e de debate no Brasil e no Mundo.

Mais de 2 milhões de brasileiros contém a falha nos cromossomos x22 e x23, causando o autismo. Segundo uma pesquisa da Universidade de Valência, essa deficiência tem vários tipos, como: síndrome de Rett, de Asperger, de Heller e claro, o próprio autismo. Problemas com o comportamento e  competências sociais, na linguagem, função social e habilidades motoras, são características entre os traços. A maioria dos sintomas fica mais aparentes nos 10 anos. Embora tenha uma grande parcela de crianças autistas, colegas de escola não chegam a entender esse “problema”.

Por muito tempo, a população autista foi desacolhida no marcado. Uma das respostas a isso, nos séculos 19 e 20, aonde havia uma grande escala de circos, eles chegavam a ser forçados a trabalhar neles. Como o famoso circo dos horrores (1840-1970), que trabalhavam um grande número de deficientes naquele período. No entanto, hoje, há cota para deficientes tralharem em empresas, isso incluem autistas. Essa cota pode chegar a 5% do número total da companhia. Bancos são uma das grandes buscas por trabalho, conforme a Universidade de Standford, autistas tem uma ótima capacidade de lidar com números.

Dado o exposto, um planejamento político deve ser feito pela Secretária Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência, visando cada vez mais melhorar a inclusão dos indivíduos com autismo, tanto no trabalho como nas escolas. Assim, mudar o conceito das pessoas sobre elas, para um melhor.