Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 13/08/2021
“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos”. No Primeiro Artigo Da Declaração Dos Direitos Humanos, é determinado que perante a lei todos nós somos iguais e temos direitos iguais. O ser humano teme aquilo que não conhece, somos por natureza covardes do desconhecido e, por tanto, quando vemos alguém que tenha uma característica incomum na nossa sociedade, tendemos a ser preconceituosos para com o indivíduo. O Transtorno do Espectro Autista, é uma síndrome que ataca as diversas regiões do cérebro e faz com que o indivíduo que sofra com tal síndrome seja antissocial, tendo dificuldade de olhar diretamente para os outros, dificuldade de se expressar e outros.
Em uma primeira análise, nós concluímos que o ser humano tem tendências a temer aquilo que desconhece, e portanto teme aquilo que é diferente de seu usual. Então, quando vemos alguém que sofre com Transtorno do Espectro Autista, tendemos a excluí-la, sendo mais comuns em idades mais novas, mas ainda sim é claramente visível em grupos de pessoas em todas as faixas etárias. Vemos que não importa a sua idade, ainda será excluído da sociedade pelas suas diferenças, é quando vemos escolas particulares que não aceitam alunos autistas, pois esses necessitam de cuidados a mais, custando mais cara para a instituição, e portanto, não são aceito em muitos ambientes escolares fora de instituições voltadas para o ensino de autistas.
Em uma segunda análise, concluímos que os autistas sofrem com transtornos sociais e aí que vem a maior dificuldade em incluí-los na nossa atual sociedade, já que, um indivíduo antissocial é mais difícil de ser incluso em nossa atual sociedade. Quando perguntado a um psicólogo, ele dirá que o Transtorno do Espectro Autista ataca diretamente a região do cérebro responsável pelo social da pessoa, por esse motivo que um autista, quando conversa com a pessoa, não olha diretamente para seus olhos, pois ele não compreende o motivo de ter de fazer tal ação. As dificuldades vêm à tona durante seu ensino e ,por isso, quase sempre estará sozinho mas só piora quando for pro mercado de trabalho onde sofrerá com pessoas usando deles e outros momentos onde ele sofrera injustiças.
Portanto, concluímos que os Direitos Humanos e a lei nacional incluí os autistas, mas nós não, sendo seletivos e quase sempre os excluindo. Então, o governo, por meio do Ministério da Educação, deve construir mais escolas para especiais e aumentar suas verbas para que assim elas estejam aptas a dar o ensino para o indivíduo de forma que ele consiga compreender e consiga se adaptar a nossa atual sociedade, causando então uma aproximação das pessoas com a síndrome autista do resto dos indivíduos da sociedade diminuindo o bullying que eles sofrem.