Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 10/11/2021

Idade na Média, entre o século V ao XV, pessoas que possuiam algum tipo de comportamento que era considerado diferente do normal, eram vista como um perigo para uma sociedade. Com isso, famílias isolavam essas pessoas em suas casas ou até mesmo matava, pois acreditavam que elas poderiam trazer algum malefício para elas. Mesmo depois de 6 séculos, no Brasil ainda é comum observamos um preconceito que vem diante da sociedade sobre as pessoas, julgando por meio do seu comportamento, ocasionado pelo preconceito e pelas dificuldades que esse cidadões encontra durante o seu cotidiano.

Em primeira constatação é fato de que o preconceito perpertua essa questão. Tal que ele é gerado pela falta de conhecimentos da sociedade sobre a síndrome do autismo, mesmo sendo comum em cerca de 2 milhões de brasileiro de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) muitos cidadões ainda possui certa discriminação com essas pessoas. Pois de acordo com Albert Eistein é mais facil desintregar um átomo do que um preconceito enraizado.

Cabe destacar ainda que as dificuldades que essas cidadões enfrentam durante o seu cotidiano contribui negativamente para a permanência dessa questão. Pois a sociedade não esta preparada para lidar com pessoas com austismo, assim como também o espaço público não possui estruturas para incluir essas pessoas com melhor eficiência na sociedade. É notório analizamos esse problema na série da Netflix chamada Antypical na qual o ator possui autismo e relata a sua dificuldade que enfrenta durante o seu cotidiano.

Logo, medidas são necessárias para resolver este empasse. No qual, o Ministério da Educação - órgão responsável pela educação do país - deve investir em campanhas educacionais, afim de conscientizar a sociedade brasileira de modo que diminua o preconceito que nela possui. Assim como também o Governo Federal deve investir nas melhores condições no espaço público para agregar melhor a inclusão dos cidadões com autismo.