Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 31/07/2022

De acordo com Voltaire, filósofo francês, preconceito é uma atitude associada ao desconhecimento alheio sobre determinada realidade. No Brasil, o autismo afeta milhares de indivíduos e estes por sua vez continuam sendo menosprezados pela sociedade, seja pela escassa informação a cerca do assunto, seja pela ineficiência do Estado em gerar políticas que propocione à esta camada o seu exercício de cidadnia plena. Logo, fica evidente a urgência de buscar soluções capazes de contornar este cenário.

Convém ressaltar, a princípio, que além dos inúmeros casos de retardo mental, o autismo não deixa de ser menos importante, a sua ocorrência tem um elevado indíce, porém pouco divulgado pelos veículos de comunicação. Este é um fator que agrava a invisibillidade do problema uma vez que tornam o seu debate menos interessante ou pior ainda, compromete a conscientização social frente à valorização desta camada populacional. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a capacidade de reagirmos a uma crise torna possível a concretização dos resultados. Partindo deste análise, é dever de todos sobretudo dos governantes se mobilizarem a favor das classes menos favorecidas, como é o caso dos autistas por exemplo, que necessitam de um apoio especial e enfâtico para se enquadrarem na vida em sociedade.

Por outro prisma, é váido destacar ainda que muios projetos voltados a este tema econtram-se adormecidos no país, muitas pessoas enxergam portadores do autismo como seres insignificantes, difiucultando uma das características mais marcantes deste distúrbio, a interação em grupo. Segundo Paulo Freire, educador brasileiro, para haver inclusão primeiro deve-se aprender com as difernças ao invés das igualdades. Parafraseando sua ideia, nota-se que o convívio com um autista pode despertar naqueles á sua volta a sensibilidade humana de agir com empatia e amor por aquele que carece de atenção do desenvolvimento das suas faculdades mentais.