Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 11/08/2022
De acordo com Aristóteles, o homem é um ser social e a vida em sociedade é essencial para a sua realização pessoal e busca pela felicidade, porem as pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista) são descriminados e excluídos de terem uma vida em sociedade por causa do preconceito e falta de direcionamento por parte do governo de como lidar com eles.
Fica claro o quanto esse preconceito está enraizado na sociedade porque podemos ver que Machado de Assis já retratava a discriminação de pessoas com deficiência, na sua obra realista Memórias Póstumas de Brás Cubas, cujo personagem principal se apaixona por uma mulher “coxa”, mas não se casa com ela devido a sua deficiência, na série americana “The Good Doctor”, o Dr. Shaun luta diariamente com as dificuldades advindas da convivência dele com a sociedade, sobretudo em seu ambiente de trabalho. Essas obras podem ser de ficção porem retratam problemas muito reais e sérios que afetam milhares de vidas.
Junto disso temos a questão trabalhista e escolar que não há muitas oportunidades de qualificação e de emprego para autistas. A falta de inclusão social no ambiente educacional pode fazer com que alunos autistas desistam antes da. Nas escolas os professores não têm o treinamento nem o material para lidar com as mais variadas necessidades, como o autismo, por exemplo.
O Ministério da Educação deve promover campanhas para informar melhor a população e funcionários sobre essa tão desconhecida doença, e deve, também, aliar-se à instituição familiar, para que sejam trabalhados valores como respeito e tolerância, a fim de minimizar o preconceito existente e incluí-los no âmbito social. Além disso o Governo federal deve investir pesado nas Escolas inclusivas para crianças especiais com o objetivo de prepara-los de forma adequada para a vida adulta, todo o pessoal da escola deve receber treinamento especializado para conviver com essas crianças e saber como direciona-los